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Os números de 2012

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Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog. Aqui está um resumo: The London Olympic Stadium is 53 meters high. This blog had about 580 visitors in 2012. If every visitor were a meter, this blog would be 11 times taller than the Olympic Stadium – not too shabby. Clique aqui para ver o relatório completo

Conto do estranho ao medo e ao fantastico " o começo depois do fim"

  Este é um ramo de história do meu livro... que fiz um pequeno conto... abraços       O Começo depois do Fim   Na vida, temos que fazer escolhas. Os caminhos que escolhemos decidem nossas vidas, e também os de vidas a nossa volta. Não consigo acreditar que nas minhas mãos se encontram   não só a minha vida... mas também daqueles que gosto. Ela não sabia o que iria acontecer. Eu não sabia o que iria acontecer. Aquelas palavras, aquele gesto... Mudou nossas vidas... Minha culpa... Fiz muitos pagarem pelos meus erros. E agora pago com minha solidão. Estou sozinho agora. E todos que eu amava, não existem mais... Caminhos... Escolhas... Sempre penso que isso tudo é um pesadelo e que vou acordar, suado e assustado, e vou te encontrar do meu lado, e irá me acalmar, me tomar em seus braços, colocará   minha cabeça em seu colo, vai me ninar e dizer que me ama. Minha narina começa a arder, meus olhos a lacrimejar, o que isso? Lágrimas? Eu não tenho nem ao menos direito de chorar, a dor do arrep...

Um dia.. parte 1

Um Dia     Acordo todo dia como sempre fiz. O mundo ao abrir os olhos, continua o mesmo. Mas o ato de acordar, agora é diferente; Já que você em meus sonhos estava, Ludibriando minha mente. O meu primeiro pensamento lúcido do dia é seu. Sabendo que por todo ele, você vai voltar, Nas pequenas coisas e em tudo que eu olhar.   Visto-me com as cores de sempre, E já imagino o seu sorriso ao me ver. Ira falar das minhas cores e vou gostar. Ao me olhar no espelho é estranho não saber Se o que eu faço hoje é por mim ou por você.   Ao calçar meu coturno sobras do dia anterior. A imagens dos seus pés, conversar que tivemos Os caminhos que juntos fizemos.   Vou em direção ao banheiro, E no espelho a minha face só me lembra a sua. Escovo os dentes, cultivando o sorriso que um dia elogiou. E luto comigo mesmo para não pensar em você.   Não consigo... Pois me cuido apenas para você. Pego meu material, pasta e mochila. Ansioso por mais um dia.   Sei que conhecimento, abor...

O Começo depois do fim

  Na vida, temos que fazer escolhas. Os caminhos que escolhemos decidem nossas vidas, e também de vidas a nossa volta. As vezes não consigo acreditar que na minhas mão se encontram a   não só a minha vida... mas também de quem eu gosto. Ela não sabia o que iria acontecer. Eu não sabia o que ia acontecer. Aquelas palavras, aquele gesto... Mudou nossas vidas... Minha culpa... Fiz muitos pagarem pelos meus erros. E agora pago com minha solidão. Estou sozinho agora. E todos que eu amava, não existem mais... Caminhos... Escolhas... As vezes penso que isso tudo é um pesadelo e que vou acordar, suado e assustado, e vou te encontrar do meu lado, e você vai me acalmar, me tomar em seus braços, vai colocar minha cabeça em seu colo, me ninar e dizer que me ama. Minha narina começa a arder, meus olhos a lacrimejar, o que isso? Lagrimas? Eu não tenho nem ao menos direito de chorar, a dor do arrependimento é grande de mais. As vezes ainda vejo vocês... No quintal, brincando, em um belo dia de sol......

O Despertar de Nethus

Aqui é tudo escuridão A cada passo não enxergo o chão A luz que eu via queimava meus olhos E por isso quis fugir por medo   Fugindo da dor eu me perdi Eu simplesmente segui em frente Não sabia quem eu era, Não sabia onde eu estava Uma dor me perturbava, E era a do meu coração, Uma tristeza tão grande Mas eu não sabia a razão.   Andava com os braços estendidos Na total escuridão Estava ao ar livre, Em meus pés sentia a grama O vento no meu rosto Na boca, o desgosto, A garganta comprimida Ouvia ruídos de animais E movimentos calmos e lentos, Eu era uma alma sega, Ao relento.   Em um dês-mundo, E a cada segundo Eu me perdia mais e mais. Um som de um rio, Busquei-o para minha cede matar Mas suas margens traiçoeiras, Para a salvação queriam me levar Cai no rio, e seu gosto era diferente Era doce o gosto, era ferrugem Era o meu remédio, Sem querer ia o engolindo E aos poucos eu vi, Sim eu vi, e me surpreendi! O rio era vermelho, E no segundo seguinte Tudo fez sentido, O gosto que eu havia se...